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Grutas Longmen
Património Mundial: Local Cultural
Registrado em: 2000
Localização: Província de Henan.
As grutas e cavidades de Longmen possuem a maior e mais
extraordinária coleção de arte chinesa das últimas dinastias do Norte,
Wei e Tang (316-907). Estas obras, totalmente dedicadas
à religião budista, representam o ponto máximo
da escultura chinesa em pedra.
Característica Notável: Esculturas budistas do século IV ao século X.
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Jarro azul e branco com 10 mil caracteres que significam "vida longa", do período Kangxi (1662/1722), feito de porcelana.
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Manto amarelo em seda do
imperador Qianlong (1736/95),
usado em cerimônias,
uma rara peça do período.
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ARTE CHINESA
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Monumento da
China imperial de 1787.
Essa montanha de jade representa
a concepção chinesa de montanhas
como lugares de contemplação,
imaginação e metáfora.
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A China tem a mais longa tradição cultural do mundo, com uma história contínua de mais de 3.000 anos. A cultura chinesa conheceu uma notável longevidade e expansão geográfica que remonta pelo menos ao terceiro milênio antes de Cristo, altura em que este povo se concentrava na região do Rio Amarelo.
A periodização da civilização chinesa foi estabelecida através das diferentes dinastias que governaram a nação, desde as precursoras Shang (1650 a.C.-1027 a.C.), cujas produções culturais se enquadram no período do bronze e Zhou (1027 a.C.-256 a.C.).
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Foi durante a época Tang (618-907 d. C.) que o país atingiu a maior dimensão territorial de toda a sua história. Seguiram-se a Época Sung (960-1279), a dinastia Ming (1368-1644) e o período Qing ou Manchu, que correspondeu à última dinastia imperial (1644-1911).
Caracterizada pela serenidade e permanência das formas expressivas e pela rigidez de valores estéticos, a cultura chinesa procurou sempre, através das suas realizações artísticas a harmonia com o universo.
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Com a abertura da cultura chinesa ao exterior, verificada durante a dinastia Ching tornou-se evidente, em paralelo com a exportação de artefatos artísticos para todo o mundo ocidental, a apropriação pela China de outras linguagens estéticas.
A arte chinesa é significativa não apenas pela beleza, mas também porque foi a maior fonte de inspiração para todo o Oriente - Japão, Coréia, Tibete, Mongólia, Indochina e Ásia Central.
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A Europa também deve à China muitos dos seus impulsos artísticos, bem como a introdução de variadas técnicas, principalmente na cerâmica e na tecelagem.
A postura em relação às artes apresentava muitas diferenças entre a China e o Ocidente. O amador erudito, por exemplo, tinha geralmente um status mais elevado do que o profissional, e não havia distinção entre belas-artes e artes aplicadas. Na verdade, a caligrafia na China há muito tempo já era considerada a mais nobre das artes.
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Vaso decorado
Período Neolítico de Yang-shao
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Roupa de sacerdote budista
para cerimônias imperiais, século 18.
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Essa pintura faz parte da série de doze mulheres desenhadas de acordo com as quatro estações do ano.
Esses quadros foram feitos para o príncipe Yinzhen, o futuro imperador Yongzheng.
O reinado de Yongzheng ficou famoso pelas peças de porcelana produzidas no período.
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Recipiente pintado em esmalte e é
do período do
imperador Yongzheng (1723/35).
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Cetro
Cetro do período do imperador Qianlong (1736/95), em madeira e com enfeites de jade e outras pedras, marfim e ouro.
Qianlong era um colecionador que garantiu que seus bens fossem ilustrados em catálogos elaborados. Na exposição, juntamente com antigüidades e objetos preciosos, haverá exemplos da caligrafia do imperador.
Qianlong recebeu o cetro da imagem ao lado como um presente.
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Frasco decorativo em bronze,
do período Qianlong (1736/95).
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Retrato do imperador Kangxi
feito por um artista anônimo
no final do período Kangxi (1662/1722).
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Ilustração
Pintura retirada do álbum do imperador Yongzheng.
Essas ilustrações, feitas por artistas anônimos, retratam palácios imperiais, expedições de caça ao norte, longas jornadas feitas para o sul da China e cenas da vida privada dos imperadores.
Elas ressaltam o interesse em mostrar a paisagem da época, montanhas, rios, pássaros e flores.
Os dragões também eram um símbolo bastante recorrente nas artes chinesas.
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Referências:
http://www.geocities.com/artechinesa
http://www.chinaonline.com.br
http://www.bbc.co.uk/portuguese
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